O controle do estresse talvez seja o benefício mais perceptível da meditação. Não à toa, o médico americano Jon Kabat-Zinn, um dos responsáveis por popularizar a prática no Ocidente, criou umprograma de mindfulness especialmente voltado para enfrentá-lo, chamado de Redução do Etresse Baseada em Mindfulness (ou MBSR na sigla em inglês), que consiste em oito semanas de prática.
Desde sua criação, já foram feitos mais de 370 estudos sobre sua eficácia. Um dos mais abrangentes analisou o impacto do programa em 93 indivíduos diagnosticados com transtorno de ansiedade, um problema que atinge um terço da população mundial segundo a OMS. Cientistas do Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos, descobriram que a técnica diminuiu drasticamente os índices de estresse e a sensação de desespero frente a problemas.
Viver mais tranquilo é ótimo. Mas diminuir o estresse tem outro papel importante no organismo: controlar problemas cardiovasculares, diabetes, obesidade, depressão e Alzheimer, doenças crônicas que estão no topo das causas de morte no mundo.
Texto na íntegra - acesse o link: http://saude.abril.com.br/mente-saudavel/meditacao-mindfulness-contra-o-estresse/
É possível reduzir o estresse diário excessivo? Vamos descobrir juntos algumas técnicas para melhorar a nossa qualidade de vida no mundo moderno!
segunda-feira, 10 de julho de 2017
terça-feira, 4 de julho de 2017
Meditação Mindfulness No SUS em Uberlândia
Em um dos grupos de hipertensão e diabetes da unidade basica de saúde do bairro brasil, temos iniciado com práticas de meditação mindfulness para a redução do estresse, promoção da saúde e qualidade de vida.
Profissionais que participam do grupo: Médica (Dra Camila), educador físico, assistente social e técnico de enfermagem.
Data do grupo: Toda última sexta do mês
Local: Praça Ana Diniz no bairro Brasil
segunda-feira, 5 de junho de 2017
AutoCompaixão
Superar adversidades....
Sua vida está tranquila, você está vivendo momentos de paz, de calmaria e de repente algo inesperado acontece...
Um luto por um grande amigo ou por um familiar, o término de um relacionamento amoroso, uma dívida ou o desemprego.
A primeira sensação de quase todos é a de desamparo (como se o mundo estivesse contra você).
Você pode sentir solidão, raiva, frustração, tristeza, medo...
Entretanto, o mais importante é pensar: por mais que essas sensações desagradáveis pareçam que não vão desaparecer. Elas serão substituídas ao longo do tempo por outras sensações, como vontade de "dar a volta por cima", força, coragem, amor próprio e o tema do nosso post de hoje: Autocompaixão
#ApaixonadaPorAutoCompaixão #ApaixonadaPorKristinNeff
✨✨✨
Aprendendo Autocompaixão com Kristin Neff
“Autocompaixão não é idêntico a narcisismo, vaidade, orgulho. Tem relação com cuidar de si e, consequentemente, estar bem e aberto também para cuidar das outras pessoas. Autocompaixão também não significa indulgência (fazer o que se quer e não assumir responsabilidades) nem tampouco libertinagem.”
O QUE É AUTOCOMPAIXÃO (SELF-COMPASSION)
Em alemão, a palavra compaixão é mitleid. Sofrer (leiden) com (mit). Quando você tem compaixão por um outro ser você nota o seu sofrimento e você deseja ajudar. Você quer cuidar. Você quer que o sofrimento cesse. Por isso, você trata bem, faz o que pode, ajuda, cuida, nutre, conversa com amor, com ternura. (fonte: Psicologia AutoCompaixão)
Autocompaixão envolve sermos gentis com nós mesmos, quando a vida dá errado ou notamos algo sobre nós que não gostamos, em vez de sermos frios ou severamente autocríticos. Ela reconhece que a condição humana é imperfeita, assim, nos sentimos conectados aos outros quando falhamos ou sofremos, em vez de nos sentirmos separados ou isolados. fonte
Uma entrevista:
“A autocompaixão é a alternativa que você propõe?
Kristin Neff – Sim. Se a autoestima implica você se julgar positivamente, a autocompaixão não envolve julgamento. Diz respeito a responder com carinho para si mesmo nos momentos de sofrimento. É como a compaixão: vejo que alguém está sofrendo e me esforço para ajudar a pessoa. Tanto a autocompaixão quanto a autoestima têm os mesmos benefícios, mas a primeira não tem os prejuízos da segunda. Se a autoestima te abandona, te ignora ou te critica quando algo ruim acontece, a autocompaixão te dá apoio quando você sofre, sente medo, é rejeitado ou falha.”
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
A falta de empatia e a superficialidade das relações
Empatia significa a capacidade psicológica de tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que o outro indivíduo sente em determinada situação.
A capacidade de se colocar no lugar do outro faz com que tenhamos a abertura para ouvir as várias respostas para uma mesma pergunta e entender que não há verdade absoluta. Que a sua necessidade não é menos importante que a do outro.
Juntamente com o desenvolvimento das tecnologias e dos meios de comunicação, as interações entre os indivíduos têm sofrido mudanças, que expressa um sentimento social vigente: nos tornamos uma sociedade desapegada e sem empatia.
No dicionário “desapegado” significa “desunido, desafeiçoado”, e o desapego é sinônimo de falta de afeição e de amor.
Atualmente, algumas relações podem ser descritas da seguinte forma: teve alguma frustração com uma pessoa? Descarte-a da sua vida, delete das redes sociais, mande os emails dela automaticamente para a lixeira, não atenda suas ligações ou não responda as suas mensagens.
Resumindo, a sociedade reforça cada vez mais o individualismo, a indiferença, o “desapego” e a superficialidade das relações. Desde que “eu” esteja bem não importa o que o “outro” está sentindo.
Diversas vezes, somos “descartados” da vida das pessoas como se nunca tivéssemos feito parte dela, sem uma explicação, justificativa ou diálogo. A palavra, “desapego”, nos incita a não criar vínculos, a ser indiferente, a substituir e esquecer a pessoa sem a necessidade de uma justificativa.
Interagir com novos indivíduos e criar com eles os mais variados tipos de vínculo tem se tornado uma tarefa cada vez mais simples e, considerando a abundância de pessoas que partilham das mesmas intenções, a ação de descartar uns aos outros se dá com a mesma facilidade.
Cada um pensa na sua satisfação pessoal e na resolução dos problemas que unicamente o incomodam, de forma que não há um olhar contemplativo em relação ao todo, para que possamos enxergar que a vida não se circunscreve apenas a nossa existência e que as outras pessoas também têm problemas e dores, já que são seres humanos como nós também somos.
As pessoas se tornaram meros perfis, e a representação do eu é caracterizada por uma página na rede social, onde as informações são editadas de acordo com a vontade do indivíduo, para que os outros o vejam de acordo com essa construção manipulada.
Esta nova realidade desempenha um papel fundamental na superficialidade das relações. Dessa forma, para que se possa ter empatia, antes é necessário fugir do senso comum, que prega valores individualistas. Atualmente, é difícil encontrar pessoas que realmente possuem a capacidade de colocar-se no lugar do outro. Pessoas que vão além da simpatia, que é importante, mas que não supre de modo algum a falta da empatia.
Precisamos nos lembrar que as pessoas não são os seus perfis nas redes sociais, que todos nós temos momentos felizes, de paz, de tranquilidade e que também temos momentos de dor, de sofrimento e de angústias.
Todos nós caímos e não há motivo para desespero, pois o fardo que parece insuportável, outros já suportaram. Além disso, não é necessário carregá-lo sozinho, procure alguém para dividir esse fardo e ajudá-lo a sair dessa situação.
Assim, ter empatia é ter o coração aberto para outra vida que precisa de nós naquele momento. É saber que naquele lugar poderia ser eu, você ou qualquer um.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
RAZÕES PARA PRATICAR MINDFULNESS
- Reduz o estresse;
- Nos permite conhecer quem realmente somos;
- Pode melhorar o aproveitamento escolar;
- Provoca mudanças no cérebro como forma de proteção;
- Funciona como um “botão de volume sensorial” do cérebro;
- Faz a música soar melhor;
- Mesmo quando não estamos praticando formalmente, Mindfulness trás benefícios;
- Aumento da consciência corporal, do auto-conhecimento, da regulação da emoção e da regulação da atenção;
- Auxilia no trabalho dos médicos (e provavelmente no trabalho de outros profissionais cuidadores);
- Auxilia na redução do estresse associado ao câncer;
- Pode ajudar as pessoas com artrite a lidar melhor com o estresse;
- Reduz o risco de depressão entre as gestantes;
- Também reduz o risco de depressão entre os adolescentes;
- Pode ajudar os idosos a se sentirem menos solitários;
- Ajuda você a dormir melhor.
Fonte: www.iniciativamindfulness.com.br
sábado, 21 de janeiro de 2017
15 razões para praticar Mindfulness!
1. Reduz o estresse: uma pesquisa publicada no mês passado na revista Health Psychology, resultante do Projeto Shamatha, mostra que mindfulness não está associada apenas a sensação de menor estresse, como também está ligada à diminuição dos níveis de cortisol, o hormônio do estresse;
2. Nos permite conhecer quem realmente somos: Mindfulness pode nos ajudar a enxergar além do aparente quando precisamos analisar a nós mesmos de forma realmente objetiva. Um estudo publicado na revista Psychological Science, mostra que mindfulness pode nos ajudar a observar os “pontos cegos” de nossa personalidade, relativizando nossas próprias falhas através da ampliação de percepção da realidade;
3. Pode melhorar o aproveitamento escolar: pesquisadores da Universidade da Califórnia, Santa Barbara, demonstraram que estudantes universitários que foram treinados em mindfulness apresentam melhor desempenho na seção de raciocínio verbal nos exames (GRE), e também sentem melhorias em sua memória de trabalho. “Nossos resultados sugerem que o cultivo de mindfulness é uma técnica eficaz para melhorar a função cognitiva, com consequências de amplo alcance”;
4. Provoca mudanças no cérebro como forma de proteção: pesquisadores da Universidade do Oregon descobriram que o treinamento em integração corpo-mente – que é uma técnica de meditação – pode resultar em mudanças no cérebro que são capazes de proteger contra a doença mental. A prática de meditação foi relacionada com conexões de sinalização aumentadas no cérebro bem como um aumento no tecido de proteção aumentada (mielina) em torno dos axônios na região cingulada anterior do cérebro.
5. Funciona como um “botão de volume sensorial” do cérebro: já se perguntou por que a meditação pode fazer você se sentir mais focado? É porque ajuda o cérebro a ter um melhor controle sobre o processamento da dor e das emoções, especificamente por meio do controle de ritmos alfa corticais (que desempenham um papel sobre a quais sentidos físicos as nossas mentes estarão atentas), de acordo com um estudo publicado na revista Frontiers in Human Neuroscience;
6. Faz a música soar melhor: a meditação melhora nosso engajamento focado na música, ajudando-nos a realmente apreciar e experimentar o que estamos ouvindo, de acordo com um estudo publicado na revista Psychology of Music;
7. Mesmo quando não estamos praticando formalmente, Mindfulness trás benefícios: você não precisa estar meditando para que a prática possa beneficiar o processamento emocional do seu cérebro. Essa é a conclusão de um estudo publicado na revista
Frontiers in Human Neuroscience, mostrando que a resposta da amígdala cerebral ao estímulo emocional é alterada por meio da meditação, e este efeito ocorre mesmo quando uma pessoa não está ativamente meditando;
8. Aumento da consciência corporal, do auto-conhecimento, da regulação da emoção e da regulação da atenção: os benefícios de mindfulness com relação à saúde podem ser resumido a estes quatro elementos, de acordo com um estudo publicado na Perspectives on Psychological Science;
9. Auxilia no trabalho dos médicos (e provavelmente no trabalho de outros profissionais cuidadores): pesquisa da Universidade de Rochester Medical Center mostra que os médicos treinados em mindfulness são menos críticos, mais auto-conscientes e melhores ouvintes na interação com os pacientes;
10. Auxilia na redução do estresse associado ao câncer: uma pesquisa do Jefferson-Myrna Brind Center of Integrative Medicine mostra que a meditação, juntamente com arte-terapia, pode diminuir com sucesso os sintomas de estresse entre mulheres com câncer de mama. Além disso, os exames de imagem mostram que a meditação está ligada a mudanças cerebrais relacionadas ao estresse, emoções e recompensa;
11. Pode ajudar as pessoas com artrite a lidar melhor com o estresse: um estudo de 2011 na revista Annals of Rheumatic Disease mostra que, apesar de treinamento da mente não ser capaz de ajudar a diminuir a dor de pessoas com artrite reumatóide, pode ajudar a diminuir o estresse e a fadiga;
12. Reduz o risco de depressão entre as gestantes: uma em cada cinco mulheres grávidas irão sofrer de depressão, mas aqueles que têm um elevado risco de depressão podem se beneficiar da prática de ioga com intenção de mindfulness. “A pesquisa sobre o impacto da prática em mulheres grávidas é limitada, mas encorajadora”, diz o pesquisador Dr. Maria Muzik, MD, professor assistente de psiquiatria da Universidade de Michigan. “Este estudo constrói as bases para futuras pesquisas sobre como a prática pode levar a sentimentos positivos e de segurança em relação à gravidez.”
13. Também reduz o risco de depressão entre os adolescentes: a prática de mindfulness ensinada a adolescentes, por meio de programas escolares, pode ajudá-los a sentir menos estresse, ansiedade e depressão, segundo um estudo da Universidade de Leuven;
14. Pode ajudar os idosos a se sentirem menos solitários: a solidão entre os idosos pode ser perigosa, na medida em que sabidamente eleva os riscos relacionados a uma série de doenças. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, descobriram que mindfulness ajudou a diminuir esses sentimentos de solidão entre os idosos, melhorando sua qualidade de vida.
15. Ajuda você a dormir melhor: um estudo da Universidade de Utah demonstrou que o treinamento em mindfulness, pode não só nos ajudar a controlar melhor nossas emoções, como também pode nos ajudar a dormir melhor. “As pessoas que relataram níveis mais elevados de mindfulness dizem ter melhor controle sobre suas emoções e comportamentos durante o dia. Além disso, níveis maiores de atenção foram associados com menor ativação na hora de dormir, o que pode trazer benefícios para a qualidade do sono e para a capacidade de manejar o estresse”, disse o pesquisador Holly Rau.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Meditação no Sistema Único de Saúde (SUS)
Meditação, arteterapia e Reiki agora fazem parte dos procedimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A novidade foi publicada nesta sexta-feira (13) no Diário Oficial da União.
A portaria do Ministério da Saúde também inclui musicoterapia, tratamento naturopático, tratamento osteopático e tratamento quiroprático. Todas essas práticas integrativas passam agora a fazer parte da Tabela de Procedimentos do SUS na categoria de "ações de promoção e prevenção em saúde".
O SUS já oferecia algumas opções de práticas integrativas como práticas corporais em medicina tradicional chinesa, terapia comunitária, dança circular, ioga, oficina de massagem, auriculoterapia, massoterapia e tratamento termal. Esses procedimentos continuam disponíveis.
Fonte: G1
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