sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Setembro Amarelo

💛O Setembro Amarelo 💛 é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio.

👉 Ao longo dos últimos anos, escolas, universidades, entidades do setor público e privado e a população de forma geral se envolveram neste movimento que vai de norte a sul do Brasil. Faça você também parte desta causa! 💛

⚠️ E não se esqueça: a campanha é em setembro, mas falar sobre prevenção do suicídio em todos os meses do ano é fundamental! ⚠️

No Brasil, o suicídio é considerado um problema de saúde pública e sua ocorrência tem aumentado entre jovens.

😔 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 32 brasileiros se suicidam diariamente. No mundo, ocorre uma morte a cada 40 segundos. Aproximadamente 1 milhão de pessoas se matam a cada ano. Sabe-se que os números são muito maiores, pois a subnotificação é reconhecida. 😔

👉 Nove em cada dez mortes por suicídio podem ser evitadas. Os dados da OMS, indicam que a prevenção é fundamental para reverter essa situação, garantindo ajuda e atenção adequadas. 💛

👉 A primeira medida preventiva é a educação. É preciso perder o medo de se falar sobre o assunto. O caminho é quebrar tabus e compartilhar informações.

💛 Esclarecer, conscientizar, estimular o diálogo e abrir espaço para campanhas contribuem para tirar o assunto da invisibilidade e, assim, mudar essa realidade.

👉 É fato que o suicídio é um fenômeno complexo, de múltiplas determinações, mas saber reconhecer os sinais de alerta pode ser o primeiro e mais importante passo.

 🔴 Isolamento, mudanças marcantes de hábitos, perda de interesse por atividades de que gostava, descuido com aparência, piora do desempenho na escola ou no trabalho, alterações no sono e no apetite, frases como “preferia estar morto” ou “quero desaparecer” podem indicar necessidade de ajuda. 🔴

💛 Você não está sozinho (a), converse com seus amigos, professores e familiares!
E o mais importante procure a ajuda de um psiquiatra! Ele pode te ajudar! 💛



quarta-feira, 21 de agosto de 2019

O que é autocompaixão?

De acordo com Kristin Neff, principal pesquisadora sobre o assunto no mundo, a autocompaixão tem três componentes:

Atenção plena (Mindfulness): consiste em perceber e nomear a nossa dor ou sofrimento, sem nega-la ou exagera-la.

Bondade: consiste em sentir vontade de ajudar, de amenizar o sofrimento; em ser tão gentil com nós mesmos, sem nos julgarmos, como faríamos com um amigo; em nos confortar ativamente, em especial quando a dor é causada por nossos próprios erros.

Senso de humanidade: significa reconhecer que não estamos sozinhos na nossa imperfeição, fragilidade e falhas; de perceber a nossa experiência dentro de uma experiência humana mais ampla e comum.

A autocrítica excessiva, que em alguns casos pode estar associada à depressão, enfraquece nossas capacidades e nos prejudica, ao invés de nos ajudar a fazer o nosso melhor. 

Em contraste, a autoconfiança e a crença em nossas próprias habilidades têm um impacto significativo no alcance de nossos objetivos.

Comparando autocompaixão com autoestima: 
aspectos negativos da autoestima incluem narcisismo, personalidade autocentrada, preconceito, discriminação, raiva, ansiedade e depressão. 

Já a autocompaixão tem os mesmos benefícios da autoestima, porém sem estes inconvenientes, oferecendo a mesma proteção contra autocríticas duras e sem a necessidade de se ver como alguém perfeito ou melhor do que os outros.

A autocompaixão está disponível para nós em dias bons e ruins, quando cometemos erros, e quando lutamos. Ao invés de julgar, comparar ou avaliar, podemos nos relacionar com nós mesmos com bondade e gentileza. Sólida e estável, a autocompaixão está disponível quando temos sucesso e também quando falhamos.

Por que achamos mais fácil sermos gentis e afetuosos com os nossos amigos quando eles falham em um objetivo, mas tão difícil fazer o mesmo por nós mesmos? 

O cérebro tem o que chamamos de viés da negatividade: simplesmente, eventos negativos são mais dominantes do que os positivos. 

Na pré-história, era mais importante para os primeiros humanos perceberem um animal perigoso do que uma bela flor. Consequentemente, a porcentagem de pensamentos negativos que uma pessoa tem diariamente é de aproximadamente 80%. Ainda que isso seja normal, não é útil para um músico que precisa desenvolver autoconfiança. 

Nossa tarefa como adultos é mudar esse viés da negatividade, e isso é perfeitamente possível devido à capacidade do cérebro de ser alterado (neuroplasticidade).

Outro ponto importante sobre esse tema é que algumas pessoas acreditam que somente se forem duros consigo mesmos poderão realizar alguma coisa. 

Entretanto, a repreensão de si mesmo produz estresse. Isso faz seu corpo desligar, sua mente perder a fé em si mesmo, podendo causar depressão e outras doenças. A autocrítica deixa você com medo do fracasso.
 
Ao invés disso, quando nos confortamos através da autocompaixão, nos sentimos seguros e acalmamos nosso sistema nervoso. Somente em um ambiente interno de segurança, positividade, relaxamento e apoio é que podemos crescer ou aprender de maneira produtiva de verdade. 

Pesquisas mostram que pessoas compassivas consigo mesmas são tão propensas a ter padrões altos quanto as outras, são mais capazes de enxergar possibilidades de mudança e de fato podem tomar essas atitudes por si mesmas.

Segundo Kristin Neff, a autocompaixão é um motivador mais eficaz que a autocrítica, porque a força motriz da autocompaixão é o amor, não o medo. Enquanto a autocrítica pergunta “Eu sou bom o suficiente?”, a autocompaixão pergunta: “O que é bom para mim?”.
Você está se criticando agora porque não é compassivo com si mesmo?

Se a sua resposta dor "sim", procure ser compassivo consigo mesmo em relação a sua autocrítica. Sua autocrítica pode estar tentando mantê-lo seguro, mas está fazendo isso de um modo infrutífero.

Quando paramos de nos julgar e avaliar, não precisamos nos preocupar tanto com a aprovação alheia. Trabalhamos por motivação interna, não por motivação externa. Quando algo dá errado, como acontece frequentemente, não pensamos que somos anormais pelo fato de não sermos perfeitos.

Não imaginamos que há algo de errado conosco. Assim como há sombra e luz no mundo, imperfeições existem.

Não precisamos nos livrar do estresse. Em pequenas quantidades, o estresse é motivador e parte da vida real. Temos prazos, recitais, testes, concertos e competições. O segredo é não sentir um estresse esmagador.

Convido você a se inundar de autocompaixão agora. 
Reconheça sua fragilidade e dor. 
Ame-se. 
Seja gentil com você mesmo. 
Sinta sua conexão com a humanidade. 

Fonte: Helen Spielman, 2014 (modificado)



segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Momento Presente

Aproveite cada momento porque você nem sempre terá uma segunda chance
Em muitas ocasiões nos comportamos como o monge desta história: deixamos que algumas coisas, como o trabalho ou pequenas tarefas da vida cotidiana, absorvam completamente nossa vida, de tal forma que não deixamos espaço para mais nada. Nós confundimos o sério com o importante e caímos no erro de pensar que o que ocupa tempo é significativo.



terça-feira, 6 de agosto de 2019

O que é Mindfulness?

Encontradas em diversas tradições culturais, religiosas e filosóficas, as técnicas e práticas de “Mindfulness” (“Meditação Mindfulness”), e também outras práticas ditas contemplativas ou meditativas, têm sido cada vez mais integradas na prática clínica contemporânea, principalmente na psicologia e medicina. “Mindfulness” (que tem sido traduzido como “Atenção Plena” em português) é um termo que pode designar um estado mental, um conjunto de técnicas ou exercícios mentais.

O estado mental de “Mindfulness” pode ser induzido ao focarmos nossa atenção intencionalmente na experiência direta do momento presente, numa atitude aberta e não-julgadora. Trata-se de parar e estar presente.

Para se “experimentar” e vivenciar o momento presente são utilizadas algumas “âncoras” para a observação consciente, como a própria respiração, ou as sensações e movimentos corporais, por exemplo.
A eficácia e a efetividade das Intervenções Baseadas em “Mindfulness” para a promoção da saúde têm sido estudadas em uma variedade de casos, por exemplo, em pessoas com níveis elevados de estresse“.

Fonte: Mindfulness Brasil


PRÁTICAS INFORMAIS DE MINDFULNESS




Sinopse: O livro oferece uma introdução ao conceito do mindfulness com exercícios fáceis, que podem ser feitos em qualquer lugar - seja na cadeira do seu escritório, no metrô ou até mesmo na fila do supermercado.

Aqui estão alguns exemplos de práticas informais de Mindfulness.

1.Tomando banho:
Esta é uma das melhores atividades diárias para a prática informal de Mindfulness, pois além de ser uma atividade prazerosa, ela proporciona uma série de estímulos e sensações que na maioria das vezes não percebemos por tomarmos banho mecanicamente enquanto nossa cabeça está em qualquer outro lugar, menos no AQUI e AGORA.
Sugerimos que ao tomar banho sinta a temperatura da água, sinta o toque das gotas do chuveiro caindo sobre o seu corpo e escorrendo por ele, observe cada sensação e cada movimento realizado. Nestes momentos não julgue o banho ou a temperatura da água em boa ou má, simplesmente sinta. Observe você se tocando ao se lavar, o sabonete ou a bucha em contato com a sua pele, os movimentos verticais ou circulares, a espuma, o cheiro do sabonete e/ou xampu, observe também como durante o banho sua mente vai para longe do momento presente e você passa a pensar sobre o que fará depois do banho, observe como durante o banho você também tem a tendência de ficar se relembrando de coisas que já aconteceram, ficar remoendo sentimentos, sonhando e/ou preocupando-se com o futuro, nestes momentos, apenas observe o processo de como sua mente trabalha e escapa do presente e retorne a sua experiência de tomar banho de forma completamente consciente, observe o que você está fazendo no momento, toda vez que sua mente for para qualquer outro lugar, gentilmente traga-a para o momento presente, estando consciente de cada movimento e sensação.
2. Escovando os Dentes
Este exercício também é de grande valia, pois assim como qualquer outra atividade, você poderá fazê-la de forma consciente. Sinta as cerdas da sua escova de dente sobre os seus dentes, sinta o gosto da pasta de dente e o ardor em alguns pontos das suas papilas gustativas, observe em que região da sua língua elas são ativadas. Sinta as cerdas da sua escova enquanto você escova a sua gengiva, a língua, experiencie cada sensação. Foque em cada movimento e sensação.
3. Comendo
Para essa prática sugerimos que "deixe de lado" o tablet, smartphone ou qualquer coisa que possa desconcentrá-lo. Desligue o computador, a TV e o rádio. Agora tente observar desde o ato de segurar o garfo e levá-lo à sua boca a todas sensações advindas do ato de comer. Por exemplo, o sabor dos alimentos, a textura, o contato dos seus dentes com o alimento, a mastigação, a comida sólida e algumas vezes fibrosa tornando-se líquida e sendo engolida, passando pela sua glote e assim por diante.
Recomendamos que por alguns minutos você feche seus olhos quando a comida estiver na sua boca e coma vagarosamente, saboreando-a.
4. Lavando a louça
Quando houver pouca louça para ser lavada, experimente fazê-lo de forma consciente. Desde o momento que você abrir a torneira até fechá-la. Sinta o contato da sua mão com a água, segure com atenção a bucha, ouça o barulho da louça, da água. Ao enxaguar a louça observe a espuma escorrendo até o ralo da pia. Normalmente estas atividades rotineiras são feitas de maneira automática e por este motivo sempre estamos pensando em outras coisas, pelo menos uma vez, apenas lave a louça e esteja atento a todo o processo.
5. Arrumando a cama
Há pessoas que arrumam sua cama rapidamente e sem cuidado, outras de forma meticulosa e perfeccionista e outras simplesmente não arrumam a cama. Poucas pessoas arrumam a cama de forma consciente, prestando atenção total ao que estão fazendo.. Preste atenção em cada movimento ao arrumar sua cama, dede a ação de estender os lençóis aos menores gestos de afofar os travesseiros, o edredom e assim por diante. Observe cada movimento seu, observe como a sua cama muda de aparência. Sinta as diferentes texturas do lençol, da colcha, do cobertor, do travesseiro e da própria cama em si, esteja alerta sentindo o toque das suas mãos ao segurar o lençol, ao estendê-lo, ao esticá-lo e alisá-lo, sinta o cheiro dele, observe tudo, esteja com atenção plena.
Esteja consciente ao arrumar sua cama!
6. Fazendo ginástica
Da próxima vez que você for fazer ginástica ou qualquer outro exercício físico, sugerimos que você esteja completamente atento, ou seja, evite fones de ouvido, música, TV ou diálogos. Apenas preste atenção aos seus movimentos, observe as sensações nos seus músculos e a sua respiração. 
👉 Estes são alguns exemplos de comportamentos rotineiros que você pode experimentar completamente consciente. Os exercícios acima são uma coletânia de exercícios sugeridas pelo Professor de Psiciologia John P. Forsyth, Ph. D da University at Albany, Suny, mas que também podem ser encontrados em diversos livros sobre ACT, como Get Out of Your Mind & Into Your Life. A tradução foi adaptada por 

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Saindo Do Piloto Automático

O Mindfulness propõe uma nova forma de interação com qualquer coisa que aconteça na nossa vida de maneira mais consciente, aberta e gentil. Possibilitando estar sobre controle das nossas reações e escolhas.

Uma maneira de viver e encarar a vida permitindo enfrentar desafios e demandas do dia a dia no trabalho, em casa e até mesmo ajudando a lidar com a dor crônica, o estresse excessivo, a ansiedade e a depressão.

A abordagem mindfulness é baseada na aceitação da nossa experiência e não na reação a experiência em si.  Para fazermos isso precisamos aprender a estar conscientes (mindful) e atentos as nossas respostas e reações que é a proposta dos treinamentos em mindfulness (um curso que integra mente e corpo).

A prática em si exige disciplina e perseverança, especialmente no mundo de hoje, onde a impressão que se tem é que é difícil ter tempo para qualquer coisa. Com a velocidade do mundo atual estamos cada vez desconectados de si mesmos, cheios de tarefas, obrigações, responsabilidades e pressões todas essas características do mundo atual levam as pessoas a um constante sentimento de opressão e estresse.

Fazendo com que fiquemos presos a pensamentos negativos ou de origem ansiosa afetando nosso bem estar. Nos deixando sobrecarregados, exaustos e muitas vezes ansiosos ou depressivos.

O treinamento em Mindfulness propõe uma volta a si mesmo, aumentando a consciência e atenção aos nossos atos, mudando a maneira como agimos, vivemos e nos relacionamos.
O mindfulness pode te ajudar a "sair do piloto automático" e estar mais consciente e atento às experiências vivenciadas no momento presente.

Fonte: Inciativa Mindfulness (modificado)

#Mindfulness #AtençãoPlena #Meditação #Uberlandia #SaindoDoPilotoAutomático #Foco #ReduzirOEstresse

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Terapia Cognitiva e Mindfulness

👉😉😍 Hoje fui convidada para falar um pouquinho sobre Mindfuness com colegas da psicologia no Curso de Terapia Cognitiva do Esquema!

👉👉😉😉 A Terapia Cognitiva do Esquema é um modelo de tratamento psicólogico para pacientes com sofrimento psíquico crônico e arraigado, com baixa qualidade de vida, sintomas acentuados de depressão, ansiedade e estresse,  além de relacionamentos interpessoais empobrecidos.

O tratamento utilizando a Terapia Cogntiva do Esquema visa  compreender os fatores  (esquemas) que estão causando o sofrimento psíquico atual do paciente e que estão geralmente atrelados no desenvolvimento infantil e adolescente ajudando-o a desenvolver um enfrentamento mais adequado nas situações vividas no seu cotidiano.

“Mindfulness é a simplicidade em si mesmo. Trata-se de parar e estar presente. Isso é tudo”. (Jon Kabat-Zinn)

Entrevista sobre Mindfulness para o Programa Manhã Total

No dia 30 de novembro de 2017, fui convidada pela querida Mônica Cunha do Programa Manhã Total na TV Paranaíba (Record) para falar um pouco sobre Mindfulness e sobre os seus benefícios!
Segue abaixo o link para ter acesso à entrevista!


Grupo de Mindfulness em Uberlândia

Grupo De Mindfulness voltado para qualidade de vida e promoção à saúde! 

São 8 encontros presenciais para aprender técnicas incríveis de atenção plena, que trazem vários benefícios, dentre eles a redução do estresse excessivo diário.

Estamos em parceria com o site: www.guialivreser.com.br

As nossas páginas do @reduziroestresse no Facebook e no Instagram estão sempre atualizadas e com muitas informações sobre Mindfulness e sobre os nossos projetos na cidade de Uberlândia e região!

Não deixem de nos acompanhar nas redes sociais!

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O Vínculo entre Mindfulness e a Compaixão

Sabe-se que a prática de Mindfulness, representada pelos dois principais protocolos de intervenção desenvolvidos, o Programa de Redução de Estresse baseado em Mindfulness (MBSR) (Birnie et al, 2010) e o Programa de Terapia Cognitiva baseado em Mindfulness (MBCT) (Kuyken et at, 2010), aumenta a compaixão. Nestes programas não se ensina especificamente compaixão, mas são passadas mensagens implícitas sobre a importância de se ser compassivo e amável com você mesmo e seus processos mentais quando se fala sobre a atitude compassiva, elemento central na prática de Mindfulness.

No entanto, quando se associam as intervenções, a terapia da compaixão traz para Mindfulness a conjugação com os processos mentais que estão por trás do compromisso social de tentar que o mundo seja melhor, e do compromisso individual de estabelecer vínculos de apego e carinho quando estamos sofrendo. 

A compaixão é um conceito mais amplo que o de Mindfulness e, de fato, os estudos apontam para a possibilidade de ser um tratamento mais efetivo que Mindfulness em algumas patologias específicas, como por exemplo, a depressão (e em transtornos relacionados com a auto-imagem, a culpa e auto-crítica), além das intervenções focadas em aumentar o bem-estar psicológico em indivíduos saudáveis.

Para ler o texto completo acesse o link: Mundo Mindfulness



Mindfulness em Uberlândia!

Nesse vídeo falei um pouquinho para o Guia Livre Ser sobre o que é Mindfulness e sobre os seus benefícios!

Falei também sobre o motivo pelo qual eu decidi me tornar instrutora de Mindfulness.

E conversamos também sobre alguns dos nossos projetos para Uberlândia - MG!


sábado, 19 de agosto de 2017

Meditação Mindfulness No Parque Do Sabiá em Uberlândia - MG

Em 2017 demos início ao nosso projeto de meditação mindfulness no parque do sabiá, em Uberlândia.

Facilitadora: Dra. Camila Bárbara Teixeira

O evento é gratuito!

NOSSO PRÓXIMO ENCONTRO SERÁ DIA 18 DE AGOSTO DE 2019 (DOMINGO)!

Local: Parque Do Sabiá - área de gramado entre o aquário e o parque das crianças (entrada pela o aquário);

Horario: 11:00hs às 12:00hs

Facilitadora: Dra. Camila Bárbara Teixeira

O evento é gratuito!

Sugerimos que levem:

- Canga, toalha ou tapete de ioga para forrar o gramado;

- Almofada para maior conforto;

- Sugiro também que levem uma garrafinha de água e uma manta ou agasalho se estiver frio.

Foto autorizada pelos integrantes do grupo



Grupo de Mindfulness Baseado na Redução do Estresse em Uberlândia

Dia 10 de agosto de 2017 demos início a mais um grupo de Mindfulness Baseado na Redução do Estresse em Uberlândia - MG.


  Divulgação da foto autorizada pelos integrantes do grupo

Em parceria com a Clínica Levare Saúde e Bem Estar:


Facilitadora do curso: Dra. Camila Bárbara Teixeira 



segunda-feira, 10 de julho de 2017

Mindfulness e a redução do estresse

O controle do estresse talvez seja o benefício mais perceptível da meditação. Não à toa, o médico americano Jon Kabat-Zinn, um dos responsáveis por popularizar a prática no Ocidente, criou umprograma de mindfulness especialmente voltado para enfrentá-lo, chamado de Redução do Etresse Baseada em Mindfulness (ou MBSR na sigla em inglês), que consiste em oito semanas de prática.
Desde sua criação, já foram feitos mais de 370 estudos sobre sua eficácia. Um dos mais abrangentes analisou o impacto do programa em 93 indivíduos diagnosticados com transtorno de ansiedade, um problema que atinge um terço da população mundial segundo a OMS. Cientistas do Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos, descobriram que a técnica diminuiu drasticamente os índices de estresse e a sensação de desespero frente a problemas.
Viver mais tranquilo é ótimo. Mas diminuir o estresse tem outro papel importante no organismo: controlar problemas cardiovasculares, diabetes, obesidade, depressão e Alzheimer, doenças crônicas que estão no topo das causas de morte no mundo.

Texto na íntegra - acesse o link: http://saude.abril.com.br/mente-saudavel/meditacao-mindfulness-contra-o-estresse/

terça-feira, 4 de julho de 2017

Meditação Mindfulness No SUS em Uberlândia

Em um dos grupos de hipertensão e diabetes da unidade basica de saúde do bairro brasil, temos iniciado com práticas de meditação mindfulness para a redução do estresse, promoção da saúde e qualidade de vida.
Profissionais que participam do grupo: Médica (Dra Camila), educador físico, assistente social e técnico de enfermagem.
Data do grupo: Toda última sexta do mês 
Local: Praça Ana Diniz no bairro Brasil
Público alvo: pacientes da área de abrangência da Unidade Básica de Saúde do bairro Brasil.





segunda-feira, 5 de junho de 2017

AutoCompaixão

Superar adversidades....
Sua vida está tranquila, você está vivendo momentos de paz, de calmaria e de repente algo inesperado acontece... 
Um luto por um grande amigo ou por um familiar, o término de um relacionamento amoroso, uma dívida ou o desemprego.
A primeira sensação de quase todos é a de desamparo (como se o mundo estivesse contra você). 
Você pode sentir solidão, raiva, frustração, tristeza, medo...
Entretanto, o mais importante é pensar: por mais que essas sensações desagradáveis pareçam que não vão desaparecer. Elas serão substituídas ao longo do tempo por outras sensações, como vontade de "dar a volta por cima", força, coragem, amor próprio e o tema do nosso post de hoje: Autocompaixão

#ApaixonadaPorAutoCompaixão #ApaixonadaPorKristinNeff 

✨✨✨

Aprendendo Autocompaixão com Kristin Neff

“Autocompaixão não é idêntico a narcisismo, vaidade, orgulho. Tem relação com cuidar de si e, consequentemente, estar bem e aberto também para cuidar das outras pessoas. Autocompaixão também não significa indulgência (fazer o que se quer e não assumir responsabilidades) nem tampouco libertinagem.”

O QUE É AUTOCOMPAIXÃO (SELF-COMPASSION)

Em alemão, a palavra compaixão é mitleid. Sofrer (leiden) com (mit). Quando você tem compaixão por um outro ser você nota o seu sofrimento e você deseja ajudar. Você quer cuidar. Você quer que o sofrimento cesse. Por isso, você trata bem, faz o que pode, ajuda, cuida, nutre, conversa com amor, com ternura. (fonte: Psicologia AutoCompaixão)

Autocompaixão envolve sermos gentis com nós mesmos, quando a vida dá errado ou notamos algo sobre nós que não gostamos, em vez de sermos frios ou severamente autocríticos. Ela reconhece que a condição humana é imperfeita, assim, nos sentimos conectados aos outros quando falhamos ou sofremos, em vez de nos sentirmos separados ou isolados. fonte

Uma entrevista:

“A autocompaixão é a alternativa que você propõe?
Kristin Neff – Sim. Se a autoestima implica você se julgar positivamente, a autocompaixão não envolve julgamento. Diz respeito a responder com carinho para si mesmo nos momentos de sofrimento. É como a compaixão: vejo que alguém está sofrendo e me esforço para ajudar a pessoa. Tanto a autocompaixão quanto a autoestima têm os mesmos benefícios, mas a primeira não tem os prejuízos da segunda. Se a autoestima te abandona, te ignora ou te critica quando algo ruim acontece, a autocompaixão te dá apoio quando você sofre, sente medo, é rejeitado ou falha.” 

Fonte: Tudo Positivo



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A falta de empatia e a superficialidade das relações

     
  
     Empatia significa a capacidade psicológica de tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que o outro indivíduo sente em determinada situação. 
     A capacidade de se colocar no lugar do outro faz com que tenhamos a abertura para ouvir as várias respostas para uma mesma pergunta e entender que não há verdade absoluta. Que a sua necessidade não é menos importante que a do outro.
    Juntamente com o desenvolvimento das tecnologias e dos meios de comunicação, as interações entre os indivíduos têm sofrido mudanças, que expressa um sentimento social vigente: nos tornamos uma sociedade desapegada e sem empatia.
     No dicionário “desapegado” significa “desunido, desafeiçoado”, e o desapego é sinônimo de falta de afeição e de amor. 
     Atualmente, algumas relações podem ser descritas da seguinte forma: teve alguma frustração com uma pessoa? Descarte-a da sua vida, delete das redes sociais, mande os emails dela automaticamente para a lixeira, não atenda suas ligações ou não responda as suas mensagens. 
     Resumindo, a sociedade reforça cada vez mais o individualismo, a indiferença, o “desapego” e a superficialidade das relações. Desde que “eu” esteja bem não importa o que o “outro” está sentindo. 
     Diversas vezes, somos “descartados” da vida das pessoas como se nunca tivéssemos feito parte dela, sem uma explicação, justificativa ou diálogo. A palavra, “desapego”, nos incita a não criar vínculos, a ser indiferente, a substituir e esquecer a pessoa sem a necessidade de uma justificativa.
     Interagir com novos indivíduos e criar com eles os mais variados tipos de vínculo tem se tornado uma tarefa cada vez mais simples e, considerando a abundância de pessoas que partilham das mesmas intenções, a ação de descartar uns aos outros se dá com a mesma facilidade.
     Cada um pensa na sua satisfação pessoal e na resolução dos problemas que unicamente o incomodam, de forma que não há um olhar contemplativo em relação ao todo, para que possamos enxergar que a vida não se circunscreve apenas a nossa existência e que as outras pessoas também têm problemas e dores, já que são seres humanos como nós também somos.
     As pessoas se tornaram meros perfis, e a representação do eu é caracterizada por uma página na rede social, onde as informações são editadas de acordo com a vontade do indivíduo, para que os outros o vejam de acordo com essa construção manipulada. 
     Esta nova realidade desempenha um papel fundamental na superficialidade das relações. Dessa forma, para que se possa ter empatia, antes é necessário fugir do senso comum, que prega valores individualistas. Atualmente, é difícil encontrar pessoas que realmente possuem a capacidade de colocar-se no lugar do outro. Pessoas que vão além da simpatia, que é importante, mas que não supre de modo algum a falta da empatia.
     Precisamos nos lembrar que as pessoas não são os seus perfis nas redes sociais, que todos nós temos momentos felizes, de paz, de tranquilidade e que também temos momentos de dor, de sofrimento e de angústias. 
     Todos nós caímos e não há motivo para desespero, pois o fardo que parece insuportável, outros já suportaram. Além disso,  não é necessário carregá-lo sozinho, procure alguém para dividir esse fardo e ajudá-lo a sair dessa situação.
     Assim, ter empatia é ter o coração aberto para outra vida que precisa de nós naquele momento. É saber que naquele lugar poderia ser eu, você ou qualquer um. 
     
     



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

RAZÕES PARA PRATICAR MINDFULNESS

- Reduz o estresse;

- Nos permite conhecer quem realmente somos;

- Pode melhorar o aproveitamento escolar;

- Provoca mudanças no cérebro como forma de proteção;

- Funciona como um “botão de volume sensorial” do cérebro;

- Faz a música soar melhor;

- Mesmo quando não estamos praticando formalmente, Mindfulness trás benefícios;

- Aumento da consciência corporal, do auto-conhecimento, da regulação da emoção e da regulação da atenção;

- Auxilia no trabalho dos médicos (e provavelmente no trabalho de outros profissionais cuidadores);

- Auxilia na redução do estresse associado ao câncer; 

- Pode ajudar as pessoas com artrite a lidar melhor com o estresse;

- Reduz o risco de depressão entre as gestantes;

- Também reduz o risco de depressão entre os adolescentes;

- Pode ajudar os idosos a se sentirem menos solitários;

- Ajuda você a dormir melhor.

Fonte: www.iniciativamindfulness.com.br

sábado, 21 de janeiro de 2017

15 razões para praticar Mindfulness!




1. Reduz o estresse: uma pesquisa publicada no mês passado na revista Health Psychology, resultante do Projeto Shamatha, mostra que mindfulness não está associada apenas a sensação de menor estresse, como também está ligada à diminuição dos níveis de cortisol, o hormônio do estresse;

2. Nos permite conhecer quem realmente somos: Mindfulness pode nos ajudar a enxergar além do aparente quando precisamos analisar a nós mesmos de forma realmente objetiva. Um estudo publicado na revista Psychological Science, mostra que mindfulness pode nos ajudar a observar os “pontos cegos” de nossa personalidade, relativizando nossas próprias falhas através da ampliação de percepção da realidade;

3. Pode melhorar o aproveitamento escolar: pesquisadores da Universidade da Califórnia, Santa Barbara, demonstraram que estudantes universitários que foram treinados em mindfulness apresentam melhor desempenho na seção de raciocínio verbal nos exames (GRE), e também sentem melhorias em sua memória de trabalho. “Nossos resultados sugerem que o cultivo de mindfulness é uma técnica eficaz para melhorar a função cognitiva, com consequências de amplo alcance”;

4. Provoca mudanças no cérebro como forma de proteção: pesquisadores da Universidade do Oregon descobriram que o treinamento em integração corpo-mente – que é uma técnica de meditação – pode resultar em mudanças no cérebro que são capazes de proteger contra a doença mental. A prática de meditação foi relacionada com conexões de sinalização aumentadas no cérebro bem como um aumento no tecido de proteção aumentada (mielina) em torno dos axônios na região cingulada anterior do cérebro.

5. Funciona como um “botão de volume sensorial” do cérebro: já se perguntou por que a meditação pode fazer você se sentir mais focado? É porque ajuda o cérebro a ter um melhor controle sobre o processamento da dor e das emoções, especificamente por meio do controle de ritmos alfa corticais (que desempenham um papel sobre a quais sentidos físicos as nossas mentes estarão atentas), de acordo com um estudo publicado na revista Frontiers in Human Neuroscience;

6. Faz a música soar melhor: a meditação melhora nosso engajamento focado na música, ajudando-nos a realmente apreciar e experimentar o que estamos ouvindo, de acordo com um estudo publicado na revista Psychology of Music;

7. Mesmo quando não estamos praticando formalmente, Mindfulness trás benefícios: você não precisa estar meditando para que a prática possa beneficiar o processamento emocional do seu cérebro. Essa é a conclusão de um estudo publicado na revista 
Frontiers in Human Neuroscience, mostrando que a resposta da amígdala cerebral ao estímulo emocional é alterada por meio da meditação, e este efeito ocorre mesmo quando uma pessoa não está ativamente meditando;

8. Aumento da consciência corporal, do auto-conhecimento, da regulação da emoção e da regulação da atenção: os benefícios de mindfulness com relação à saúde podem ser resumido a estes quatro elementos, de acordo com um estudo publicado na Perspectives on Psychological Science;

9. Auxilia no trabalho dos médicos (e provavelmente no trabalho de outros profissionais cuidadores): pesquisa da Universidade de Rochester Medical Center mostra que os médicos treinados em mindfulness são menos críticos, mais auto-conscientes e melhores ouvintes na interação com os pacientes;

10. Auxilia na redução do estresse associado ao câncer: uma pesquisa do Jefferson-Myrna Brind Center of Integrative Medicine mostra que a meditação, juntamente com arte-terapia, pode diminuir com sucesso os sintomas de estresse entre mulheres com câncer de mama. Além disso, os exames de imagem mostram que a meditação está ligada a mudanças cerebrais relacionadas ao estresse, emoções e recompensa;

11. Pode ajudar as pessoas com artrite a lidar melhor com o estresse: um estudo de 2011 na revista Annals of Rheumatic Disease mostra que, apesar de treinamento da mente não ser capaz de ajudar a diminuir a dor de pessoas com artrite reumatóide, pode ajudar a diminuir o estresse e a fadiga;

12. Reduz o risco de depressão entre as gestantes: uma em cada cinco mulheres grávidas irão sofrer de depressão, mas aqueles que têm um elevado risco de depressão podem se beneficiar da prática de ioga com intenção de mindfulness. “A pesquisa sobre o impacto da prática em mulheres grávidas é limitada, mas encorajadora”, diz o pesquisador Dr. Maria Muzik, MD, professor assistente de psiquiatria da Universidade de Michigan. “Este estudo constrói as bases para futuras pesquisas sobre como a prática pode levar a sentimentos positivos e de segurança em relação à gravidez.”

13. Também reduz o risco de depressão entre os adolescentes:  a prática de mindfulness ensinada a adolescentes, por meio de programas escolares, pode ajudá-los a sentir menos estresse, ansiedade e depressão, segundo um estudo da Universidade de Leuven;

14. Pode ajudar os idosos a se sentirem menos solitários: a solidão entre os idosos pode ser perigosa, na medida em que sabidamente eleva os riscos relacionados a uma série de doenças. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, descobriram que mindfulness ajudou a diminuir esses sentimentos de solidão entre os idosos, melhorando sua qualidade de vida. 

15. Ajuda você a dormir melhor: um estudo da Universidade de Utah demonstrou que o treinamento em mindfulness, pode não só nos ajudar a controlar melhor nossas emoções, como também pode nos ajudar a dormir melhor. “As pessoas que relataram níveis mais elevados de mindfulness dizem ter melhor controle sobre suas emoções e comportamentos durante o dia. Além disso, níveis maiores de atenção foram associados com menor ativação na hora de dormir, o que pode trazer benefícios para a qualidade do sono e para a capacidade de manejar o estresse”, disse o  pesquisador Holly Rau.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Meditação no Sistema Único de Saúde (SUS)

Meditação, arteterapia e Reiki agora fazem parte dos procedimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A novidade foi publicada nesta sexta-feira (13) no Diário Oficial da União. 
A portaria do Ministério da Saúde também inclui musicoterapia, tratamento naturopático, tratamento osteopático e tratamento quiroprático. Todas essas práticas integrativas passam agora a fazer parte da Tabela de Procedimentos do SUS na categoria de "ações de promoção e prevenção em saúde". 
O SUS já oferecia algumas opções de práticas integrativas como práticas corporais em medicina tradicional chinesa, terapia comunitária, dança circular, ioga, oficina de massagem, auriculoterapia, massoterapia e tratamento termal. Esses procedimentos continuam disponíveis.
Fonte: G1